Procon Estadual, em operação conjunta com a Decon, autua o Pão de Açúcar devido a várias irregularidades


Em ação conjunta coma Delegacia do Consumidor – Decon/MS, a Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor – Procon/MS, órgão integrante da Secretaria de Estado de Direitos Humanos, Assistência Social e Trabalho/Sedhast realizou diligência no supermercado Pão de Açúcar, na manhã de segunda-feira (19), oportunidade  em que foram flagradas várias irregularidades no que tange à relação de consumo.

Entre os problemas registrados estavam vários produtos expostos à venda nos quais não constavam preços,  com prazo de validade  expirado – alguns dos quais desde  fevereiro deste ano – mercadorias sem informações básicas que pudessem  nortear o consumidor, impróprios ao consumo por apresentarem embalagens violadas, itens deteriorados ou, ainda, apresentando bolor e, por último, divergências entre os preços nas gôndolas e os que, efetivamente, eram cobrados nos caixas.

Com prazo de validade expirado estavam a venda aproximadamente 16 quilos de contra filé, 44 unidades de cervejas diversas, 6,200 kg de carne suína, alcatra, linguiças, pães diversos de fabricação própria,  coxinhas, hambúrgueres,  quibes, strogonoff,  massa de soja (missô), bebidas à base de  plantas margarinas, barras de cereais, frutas e  ração para gatos, entre outros.

Merece destaque, também,  produtos impróprios por apresentarem bolor,  embalagens amassadas ou violadas  além de outros aspectos que inviabilizam o consumo. Entre estes, 5 quilos e novecentos gramas de bacalhau,  queijos, pêssego em calda,  milho verde, e leite condensado. Havia mercadorias  que apresentavam divergência de preços entre o que  constava  nas gôndolas e os que, efetivamente, eram cobrados nos caixas.  Exemplo disso são escovas de dente, desodorantes antitranspirantes, balas,  torradas, filtros para cafeteira e leite condensado.

Todos os produtos que apresentaram irregularidades foram descartados e tiveram suas  embalagens  destruídas na presença da fiscalização, de maneira a não poderem voltar às prateleiras para tentativa de comercialização.

Waldemar Hozano – Assessoria de Comunicação – Procon/MS

Foto: Procon/MS

Publicado por: Jairo Torres Vilalva


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